
O vidro frontal do protótipo Hidra possui películas com tratamento em escala nano cuja geometria impede que a água crie aderência ao vidro. O mesmo ocorre com as partículas de sujeira, que são repelidas e automaticamente direcionadas para as bordas do vidro, junto com as gotas de água. A nanotecnologia também possibilitará vidros com controle variável de transparência.

No que se refere às pinturas, cientistas desenvolvem películas de poliuretano com os compostos moleculares quitosana e oxitane. Em caso de riscos, basta a pintura ser exposta ao sol para reagir rapidamente. Ao reestabelecer suas estruturas, a camada vai preencher o risco aberto em apenas 15 minutos.