
Bom, até já existe: uns malucos em Hong Kong demoraram seis meses para fazer o Lotus Elise aí em cima, 40 kg mais leve que o Elise original. Pelo tempo que levou, você já imagina o trampo que dá. Outro superesportivo, o Mercedes SLR McLaren, possuía uma moderníssima estrutura monochoque de fibra de carbono - e cobrava quase 500 mil dólares por isso.

Além de cara, a fibra de carbono não pode ser reparada, e demanda mais energia para ser fabricada do que os metais. Também é de difícil reciclagem, embora os japoneses já trabalhem para resolver esse problema e, consequentemente, reduzir os altos custos. Enquanto isso, nos carros que a gente pode razoavelmente encontrar nas ruas, o material deve continuar restrito a algumas peças, como o teto desse Subaru WRX STi, ou o capô do novo Audi A5.

[Carbon Fiber Gear / Reuters / Jalopnik / Autoblog Green]