Os programas destinam-se a gerenciar a interface entre os carros do futuro e a rede de reabastecimento. Quando milhões de motoristas plugarem ao mesmo tempo seus automóveis na tomada, após um longo dia de trabalho, o risco de uma sobrecarga poderá causar sérios danos à rede. Para evitar isso, além do controle sobre quantas baterias estão sendo reabastecidas, esses softwares deverão otimizar a carga acumulada em veículos estacionados em pontos de recarga.

Dessa forma, poderia haver transferência de eletricidade acumulada e ociosa, e não necessariamente a produção de mais e mais energia a ser gasta. Parece fazer sentido - contanto que esse funcionamento dê créditos a quem acabou devolvendo energia à rede. Um coisa é certa: carro elétrico sob risco de apagão realmente não faz o menor sentido.
[Reuters]
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