O próprio Fiat Mio sintetiza esse movimento. Tempos atrás, quem imaginava que um carro pudesse ser criado com a colaboração de fóruns na internet? Ou que as principais fabricantes de baterias para celulares e notebooks estivessem intimamente associadas às grandes montadoras?

Até os designers do T-Mobile G1 (também conhecido como Google Phone) resolveram se arriscar. O renomado estúdio Mike and Maike, de São Francisco, propõe o ATNMBL como um exercício de estilo ousado, mas fundamentado. Ele teria motores integrados às rodas, placas fotovoltáicas no teto, baterias embaixo dos assentos (sofás?) e, como vocês podem notar, nenhum tipo de volante ou pedal.

O controle e navegação do ATNMBL seria automático, baseado em GPS, mapas e sensores, junto a um sistema drive-by-wire para controlar as rodas. Restaria aos ocupantes (até sete) escolher o destino e a pressa necessária. O site do ATNMBL chega a decretar o fim da pilotagem – pelo menos para quem prefere bater papo, beber um drink, descansar ou assistir TV enquanto o carro se dirige sozinho.


Claro que tudo isso demandaria condições de ruas e tráfego específicas. Mas será possível? Os designers dizem que sim, e imaginam que tudo isso possa ser realidade em... 2040. Vixe, tem tempo.
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