Estradas inteligentes, pretérito do futuro!
Enviada por
Alexandre Moreno
em
20.09.2009
As estradas inteligentes eram a promessa do início do século, entretanto nada saiu do papel, pelo menos não ao menos para auxiliar os motoristas.
Com as tecnologias emergentes de rastreamento de objetos e visualização de obstáculos, alem da integração CARRO-GPS todas as informações necessárias estariam disponíveis para que a via fosse inteligente, sem nenhuma alteração ou implantação milionária por parte do governo, o que só atrasaria o projeto.
Os carros se comunicariam e garantiriam que nenhum motorista mais abusado tentasse manobras arriscadas.
Teríamos também um serviço de colaboração, visto que é comum o primeiro carro da fila desviar de um pedestre ou obstáculo e todos os que vêm atrás não terem a mesma sorte ou destreza. Com o sistema de visualização e rastreamento o primeiro carro da fila avisaria aos outros a sua volta e que viessem, por conseguinte do perigo, real ou eminente.
Motoristas que por vez ou outra dormem ao volante seriam facilmente identificados e o automóvel poderia tomar providencias para sanar ou aliviar a situação, já que os veículos a sua volta teriam um comportamento diferente do que esta na iminência de um acidente.
O sistema de GPS marcaria a posição e enviaria de forma automática os dados para as entidades competentes tomarem as devidas providências.
Avisaríamos também os sistemas de TMC para que outros usuários da via que ainda se quer chegaram próximo ao local do ocorrido, tivessem tempo de alterar ou recalcular a rota.
Mas a principal questão é, gostaríamos de estar expostos ao mundo?
Seriamos tão egoístas a ponto de não querer ajudar, mesmo que de forma transparente, o próximo?