
A outra utiliza hidrogênio nos moldes da gasolina, álcool e gás GNV, em motores de ciclo otto. Ele é injetado nas câmaras de combustão, e a expansão dos gases produzidos na queima movimenta pistões. Na essência, a conversão é simples, mas o motor precisa sofrer adaptações, e produz menos potência, devido à densidade energética pelo menos três vezes menor do hidrogênio.

Uma série limitada de 100 unidades do BMW série 7 foi produzida para queimar tanto gasolina como hidrogênio. Mas a iniciativa parece ter ficado isolada, e hoje a maior parte das montadoras investe nas células de combustível, mais eficientes e totalmente limpas. Nesse caso, o problema é o altíssimo custo desse tipo de bateria, e a necessidade de uma inédita rede de distribuição de hidrogênio puro.
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