Bombas d'água e óleo deveriam ser elétricas e ter alguma autonomia. Na hora da partida, a bomba d'água permaneceria em modo de espera, até a temperatura justificar seu funcionamento; a de óleo, nos três primeiros segundos, funcionaria a toda potência, para que o motor já começasse a trabalhar devidamente lubrificado.
Dependendo do clima e do uso, a bomba d'água funcionaria pouco, poupando energia, mas trabalharia mais rápido do que um motor em baixa rotação permitiria, em dias muito quentes e trânsito lento, prevenindo danos.
As chances de um agregado elétrico falhar são menores do que a de uma correia arrebentar, e o consumo de energia seria menor do que o acionamento mecânico.
O mesmo princípio poderia ser usado em um turbocompressor, com a parte quente co-acionando o alternador e a fria funcionando desde a marcha lenta até o limite de giros.
Dependendo do clima e do uso, a bomba d'água funcionaria pouco, poupando energia, mas trabalharia mais rápido do que um motor em baixa rotação permitiria, em dias muito quentes e trânsito lento, prevenindo danos.
As chances de um agregado elétrico falhar são menores do que a de uma correia arrebentar, e o consumo de energia seria menor do que o acionamento mecânico.
O mesmo princípio poderia ser usado em um turbocompressor, com a parte quente co-acionando o alternador e a fria funcionando desde a marcha lenta até o limite de giros.
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