Os italianos já são notórios mestres do desenho automotivo, o ponto é usar usar essas idéias de modo racional, o que não significa abrir mão da arte. Cada traço da carroceria e da estrutura deve ter mais utilidade do que agradar aos olhos.
A frente deve ser pensada para absorver impacto e dar boa aerodinâmica, o que significa necessáriamente grades menores e/ou baixas, com captação do ar de admissão em uma parte alta do capô. O quanto possível, a frente deve ser inteiriça e basculante, para facilitar a manutenção.
O desenho quadrado facilita a construção e melhora o espaço, mas consome mais matéria-prima. Cantos arredondados preservariam o conforto e permitiriam reduzir a massa do veículo.
O largo uso de plásticos permite que essa racionalização do desenho se dê rapidamente, como fazer chanfros nos pára-choques traseiros, para que sirvam de extratores de ar; desenhar o painel, de modo que haja um tablier modular e a capa do painel de instrumentos sirva também (noutras posições) para abrigar air bag e porta-luvas, talvez até filtro de ar.
Nas versões maisa básicas, estudar o uso dos bancos tipo rede, muito usados nos carros europeus do pós-guerra, que são baratos, leves e poupam espaço. Os tecidos actuais permitem torná-los atraentes, apesar de espartanos. Usar o brim, que é relativamente barato, forte e fácil de lavar, seria uma idéia.
Pode soar meio sem graça, a princípio, mas para quem já desenhou o belíssimo Marea, é fácil dar uma aparência agradável à racionalidade.
A frente deve ser pensada para absorver impacto e dar boa aerodinâmica, o que significa necessáriamente grades menores e/ou baixas, com captação do ar de admissão em uma parte alta do capô. O quanto possível, a frente deve ser inteiriça e basculante, para facilitar a manutenção.
O desenho quadrado facilita a construção e melhora o espaço, mas consome mais matéria-prima. Cantos arredondados preservariam o conforto e permitiriam reduzir a massa do veículo.
O largo uso de plásticos permite que essa racionalização do desenho se dê rapidamente, como fazer chanfros nos pára-choques traseiros, para que sirvam de extratores de ar; desenhar o painel, de modo que haja um tablier modular e a capa do painel de instrumentos sirva também (noutras posições) para abrigar air bag e porta-luvas, talvez até filtro de ar.
Nas versões maisa básicas, estudar o uso dos bancos tipo rede, muito usados nos carros europeus do pós-guerra, que são baratos, leves e poupam espaço. Os tecidos actuais permitem torná-los atraentes, apesar de espartanos. Usar o brim, que é relativamente barato, forte e fácil de lavar, seria uma idéia.
Pode soar meio sem graça, a princípio, mas para quem já desenhou o belíssimo Marea, é fácil dar uma aparência agradável à racionalidade.
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