
Nada mais autêntico e à prova de fraude do que o seu próprio corpo. A biometria analisa traços físicos para identificar pessoas e autorizar acessos. No caso dos automóveis, ela pode tanto substituir a chave, como ajudar o carro a entender o que se passa com o motorista.
A biometria mais acessível diz respeito a leitores de digitais. Nos EUA, por 599 dólares, dá para encomendar um kit de leitores que destravam as portas e a ignição, com memória para diferentes usuários e alarme que telefona para um número de emergência se a impressão não bater.

No caso do sistema da Hitachi (acima), só a digital não adianta nada. Assim que você encosta a mão na maçaneta, um sensor analisa o padrão de suas veias sanguíneas – que, vale explicar, é tão único quanto a sua digital. Outras aplicações de biometria poderiam identificar o usuário pela íris, pelas características da voz e até pelo cheiro. E você, prefere usar esses sistemas, ou a boa e velha chave de contato?
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