O preço menor e o consumo mais em conta são argumentos que levaram os europeus a aceitarem a ligeira trepidação dos três cilindros ao longo dos anos, mas acredito que os motores mais recentes já minimizaram razoavelmente este detalhe. Temos microcarros actuais com alto nível de requinte e silêncio que usam três cilindros.
São motores menores, mais leves, baratos de fazer e econômicos, pois têm menos perdas por atrito. Se pretendemos fazer veículos populares com menos emissões e mais economia de combustível e manutenção, a configuração de três cilindros é imprescindível. Tornaria o carro que o usasse um forte candidato a primeiro carro de universitários e taxistas.